Capítulo
Sinalização complementar e situações práticas
Faróis, balizas, AIS AtoN e sinais locais exigem identidade e âmbito próprios.
Começar este capítulo ↗O sistema não termina nas seis famílias de marcas mais conhecidas. Faróis, enfiamentos, luzes de sector, balizas, ajudas flutuantes de grande dimensão e marcas auxiliares também fornecem informação. Nem todas usam a lógica de cor de uma lateral. A R1001 tem uma secção de outras marcas e contexto local; o RBMN conserva artigos próprios para estas estruturas. O desenho distingue presença física, origem de transmissão e representação electrónica, em vez de reunir tudo num ícone de bóia que parece existir em qualquer ecrã.
Um farol é uma estrutura conspícua numa posição geográfica designada que suporta luz e serve como referência diurna. Uma baliza é fixa; uma bóia é flutuante. O RBMN tem terminologia própria para baliza na água e farolim em terra, além de marcas luminosas e não luminosas. Um grande elemento flutuante pode suportar ajudas electrónicas sem que a sua cor seleccione um lado de passagem. A altura ou o aspecto espectacular não substituem a identificação publicada. O nome de um farol também não descreve automaticamente todos os seus sectores.
Neste capítulo
Lição · 8 min
Sinalização complementar: físico, electrónico e local não são sinónimos
Faróis, balizas, AIS AtoN e sinais locais exigem identidade e âmbito próprios.
Lição · 9 min
Bóia, posição e avaria: três registos distintos
O que se observa, o que está publicado e o que um visor representa não são o mesmo registo.